Poema do amor sozinho ou poema do amor que sou

Eu canto a saudade porque a saudade me encanta
Esqueço a maldade,
num canto sem alarde,
num silêncio que dança.

Eu danço sozinho, eu sim sou meu par
Eu escolho os caminhos, eu calço os sapatos
Eu preciso caminhar

Uma fruta tão doce de uma árvore frondosa
É tão pouco o que eu quero
e o que quero é bem menos do que tenho
é meu querer que quis amar

E eu amo cada vez mais, sem nunca pensar em acabar
Eu amo sem sentido, mas jamais senti sem amar

Eu ando pra frente de olhos fechados
Eu ouço as batidas, de um coração sempre desenfreado
E o amor não tem preço, nem rima nem repouso
O amor é de tudo, o amor é bem mais, o amor é um pouco

Um pouco disso, uma fração de tudo, um quase de todo
O amor é insano, o amor é sozinho, é caminho gitano

E hei de seguir amando ou hei de seguir o amor
Ou hei de ser sempre amado,
e amando é o único modo
De eu continuar sendo o que sou

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~ por Marcelo Amil em outubro 9, 2015.

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