A palhaçada que fizeram com a Marcinha.

Recentemente, numa audiência que tive, o juiz referiu-se à questão, etnão posta, como possível reflexo de alguém que por um determinado momento, detinha um certo “poder”, e em razão disso agiu com truculência. Essa é a única explicação que vejo como possível pra esse caso grotesco a que a Ordem dos Músicos do Brail sujeitou a Rosa Vermelha. Marcinha é das maiores, senão a maior cantora que o Amazonas já teve. Um talento ímpar, uma voz inigualável, interpretação divina. Ser submetida a uma palhaçada como essas, promovida pela OMB/AM só mostra o quanto a OMB é despreparada e desorganizada. Não estamos falando de uma cantora desconhecida, que começou sua carreira ontem, estamos falando, de Márcia Siqueira, que tem anos e anos de carreira, que se não tivesse uma inscrição na OMB não teria sido voz de apoio no Garantido, não teria gravados os cd’s que gravou, não teria tocado nospalcos mais ilustres dessa terra. Que dúvida pairava sobre esses fiscais, me pergunto eu? Eles não tem o menor controle sobre seus filiados? Será que eles achavam que esses anos todos de carreira da Marcinha haviam sido construídos á maregm da legalidade. PALHAÇADA e DESRESPEITO.

Felizmente a Rosa Vermelha é maior que isso. O vídeo abaixo e uma pequenina mostra do enorme talento desse presente  que  universo deu ao Amazonas.

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~ por Marcelo Amil em março 5, 2011.

Uma resposta to “A palhaçada que fizeram com a Marcinha.”

  1. Esse registro só serve pra dar poder de polícia à OMB, uma entidade mafiosa que só serve pra atrapalhar o trabalho de músico e extorquir dinheiro; ou seja, serve apenas pra sindicato FDP ficar cobrando “contribuição”.

    Considero importante haver órgãos de fiscalização e registros de regulamentação no exercício de profissões como medicina, advocacia, engenharia, enfermagem ou odontologia. Agora não faz sentido obrigar um músico a ter a tal certeirinha.

    Sei lá, estas regulamentações devem ter surgido por demanda dessas classes em serem reconhecidas mediante um registro, provavelmente para que alguns indivíduos se sintam ou provem mais “profissionais” do que outros.

    Se registros dependiam de algum tipo de formação como requisito, músicos autoditdatas não conseguiam registro para executar sua arte como profissionais? Não podiam dar aula particular ou em academias, faculdades e institutos de belas artes?

    O mesmo vale também para o jornalismo, mas essa é uma outra discussão.

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